sábado, 10 de dezembro de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
VENDA DO HOSPITAL MATARAZZO
Ontem foi acertada a venda do antigo Hospital Matarazzo para o grupo hoteleiro francês Allard e WWI, e no local eles pretendem implantar um hotel de altissimo luxo, um centro cultural, comercial e gastronômico.
Será que eles vão respeitar as normas de tombamento? Será que esse "centro comercial" é o tal shopping?
É para se lamentar essa noticia, mas não deixaremos eles cometerem nenhuma basbaridade com o local onde abrigava o Hospital.
É triste pensar que um lugar onde serviu diversas pessoas, ajudando pobres e ricos, imigrantes, migrantes ... enfim, gente de todos os lugares e agora se transformar em lugar de RICO!?
Triste ... estamos no Brasil e em São Paulo, uma cidade onde os poderosos mandam!
Vou publicar as matérias referentes a venda do antigo Hospital:
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Grupo francês compra antigo Umberto Primo
http://http//www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110727/not_imp750262,0.php
Área de 27 mil metros quadrados, que vai abrigar hotel de luxo, centro cultural, teatros e lojas, foi vendida por R$ 117 milhões
O Hospital Umberto Primo, ícone arquitetônico da capital abandonado há 18 anos, será transformado em um complexo com hotel de luxo, centro cultural, dois teatros, cinemas, lojas e restaurantes. Ontem, a Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), dona da área desde 1996, assinou a venda do terreno à holding de investimento WWI e ao grupo francês Allard, após mais de um ano de negociação.
A compra dos 27 mil metros quadrados de área na Bela Vista, região central da capital, foi fechada por R$ 117 milhões, já pagos à Previ. Os novos donos do imóvel, tombado em 1986 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat), vão agora dar entrada com o projeto nos governos municipal e estadual para viabilizar a obra de revitalização, que deve custar pelo menos R$ 200 milhões.
O Estado apurou que o grupo está em negociações com o Banco do Brasil para que a instituição patrocine o centro cultural do complexo. O grande chamariz do empreendimento, no entanto, será o hotel de luxo, com projeto do designer pop Philippe Starck e do grupo francês Allard, dono de três propriedades históricas em Paris transformadas em hotéis. Starck, que já veio a São Paulo para estudar o local, voltará à cidade e dará ideias que serão depois adaptadas por um arquiteto brasileiro. O hotel deverá ficar na área da maternidade do Umberto Primo, que foi aberta em 1943 e chegou a ser considerada uma das melhores da América do Sul.
Por meio de uma nota oficial, a Previ afirmou que a venda foi resultado da elaboração de um plano de negócios que levou em consideração a "complexidade" do antigo hospital, em razão de "questões tais como o tombamento e sua importância histórica para a população; exigências legais e ambientais para a utilização do imóvel; bem como o compromisso do comprador em preservar as características do imóvel". O presidente do grupo de investimento WWI não foi encontrado pela reportagem para comentar o negócio.
Abandono. Inaugurado em 1904 na região da Avenida Paulista, na Bela Vista, o Umberto Primo foi totalmente financiado pela colônia italiana de São Paulo. Um dos que mais contribuíram foi o conde Francisco Matarazzo, que também ergueu o império Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo. Com o abandono nos últimos anos, o conjunto de prédios do hospital e da maternidade está com forros caindo, infiltrações e fiação exposta.
Desde 1999 a Previ tentava vender o hospital, mas teve dificuldades por causa de restrições impostas pelo patrimônio público. Há cerca de um ano, a Previ negociou com a mesma WWI e com a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) a venda do imóvel. A informação causou uma saia-justa com a Fundação São Paulo, órgão ligado à Igreja Católica e mantenedor da instituição, que não sabia do caso. A PUC saiu do negócio, mas a WWI levou o projeto adiante, selado agora.
Alguns detalhes do novo complexo, no entanto, ainda poderão mudar de acordo com as diretrizes ditadas pela Prefeitura e pelos órgãos de patrimônio.
CRONOLOGIA
1904
O Hospital Umberto Primo é inaugurado pela Societá de Beneficenza em San Paolo per l"Ospedale Umberto Iº.
1986
O conjunto arquitetônico é tombado pelo patrimônio histórico do Estado.
1993
O hospital é interditado pela Vigilância Sanitária. Três anos depois, a Previ compra o imóvel, com projeto de reforma do hospital, o que não leva adiante.
1999
A Previ não consegue anular o tombamento e a área é praticamente abandonada
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Previ vende imóvel do Hospital Matarazzo por R$ 117 milhões
Grupos WWI e Allard são os compradores da área de 27 mil metros quadrados, em São Paulo, que deve receber um hotel de luxo
http://economia.ig.com.br/previ+vende+imovel+do+hospital+matarazzo+por+r+117+milhoes/n1597102152864.html
A Previ anunciou nesta terça-feira a venda do imóvel que abrigou o antigo Hospital Matarazzo por R$ 117 milhões. Desativado desde 1993, o hospital está localizado em um terreno de 27 mil metros quadrados, em uma região nobre de São Paulo. Os compradores, os grupos WWI e Allard, devem construir um hotel de luxo no local.
O grupo francês Allard é reconhecido pela sua atuação no mercado de altíssimo luxo. Eles devem investir cerca de R$ 500 milhões para transformar o terreno do antigo Hospital Matarazzo no primeiro hotel seis estrelas do Brasil, segundo apurou Guilherme Barros, colunista do iG.
“A desalienação do imóvel foi resultado da elaboração de um plano negocial minucioso devido a complexidade do ativo, relativa a questões tais como o tombamento da edificação e sua importância histórica para a população”, informou a Previ, em comunicado.
O novo projeto para utilização do edifício deve respeitar as características arquitetônicas do imóvel.
A Previ é proprietária do imóvel desde 1996 e começou a buscar interessados em adquirir o complexo desde 2005. Além da Allard, a Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) também manifestou interesse no empreendimento.
Os grupos Allard e WWI já efetuaram o pagamento à Previ.
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PREVI vende imóvel que abrigou Hospital Matarazzo
http://www.previ.com.br/
A PREVI e uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) formada pelos grupos WWI e Allard assinaram hoje, 26/07, contrato de compra e venda do imóvel que abrigou o antigo Hospital Umberto Primo, também conhecido como Hospital Matarazzo. Situado na região da Avenida Paulista, em São Paulo, o imóvel tem 27 mil m2 de área total e 36 mil m2 de área construída, em uma edificação centenária tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (CONDEPHAAT). A PREVI era proprietária do imóvel desde 1996.
A venda do imóvel foi fechada pelas partes em R$ 117 milhões, já pagos pela SPE à PREVI. A desalienação do imóvel foi resultado da elaboração de um plano negocial minucioso devido a complexidade do ativo, relativa a questões tais como o tombamento da edificação e sua importância histórica para a população; exigências legais e ambientais para a utilização do imóvel; bem como da preocupação da PREVI, e da cidade de São Paulo, com o compromisso do comprador em preservar as características do imóvel e sua melhor utilização em prol da sociedade.
Pela Política de Investimentos dos planos de benefícios da PREVI, um dos focos é em imóveis, mais especificamente nos segmentos de edifícios comerciais e shopping centers. "A venda do Umberto Primo já vinha sendo estudada há algum tempo como parte do Plano de Otimização da Carteira Imobiliária. Diante das condições de mercado e avaliações realizadas, foi um bom negócio para os participantes da PREVI" destacou o Diretor de Investimentos da PREVI, Renê Sanda.
Histórico
O Hospital Umberto Primo ou Ospedale Umberto Iº, como constou do seu primeiro estatuto, foi inaugurado em 14/8/1904, construído pela Societá de Beneficenza em San Paolo per l'Ospedale Umberto Iº. Durante a Segunda Guerra Mundial, por suas ligações com um dos países do Eixo, a Sociedade que o administrava foi nacionalizada e o Hospital passou a se chamar, em 23/9/1942, Hospital Nossa Senhora Aparecida e Casas de Saúde Matarazzo. Em 27/3/1956, tornou-se Hospital Matarazzo Ex-Umberto Iº. Em 1986, esteve interditado por cerca de três meses e, quando de sua reabertura, em 30 de julho, novamente voltou a se chamar Hospital Umberto I até a sua desativação, em 17/10/1993.
A PREVI adquiriu o imóvel em novembro de 1996 e a compra estava vinculada ao projeto de reforma do hospital. Entretanto, processos judiciais impediram a sua implementação. Em janeiro de 2005, a PREVI fechou um contrato de locação, e meses depois, iniciou a busca de interessados no imóvel, que, após processo competitivo, culminou com a venda aos grupos WWI e Allard.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
HOSPITAL MATARAZZO PRESTES A SER VENDIDO PARA GRUPO HOTELEIRO FRANCÊS

Olá pessoal.
Vou repassar aqui a matéria que saiu no jornal " Folha de São Paulo" sobre O Hospital Matarazzo e a noticia é preocupante. Segue abaixo a matéria:
Hotel negocia prédio de hospital tombado
Dona do prédio do Umberto Primo, conhecido como hospital Matarazzo, confirma que está prestes a vender o imóvel
Grupo Allard pretende restaurar o complexo para fazer ali o primeiro hotel classificado como "seis estrelas" do Brasil
O antigo hospital Umberto Primo, também conhecido como hospital Matarazzo, na região da avenida Paulista, está próximo de ser vendido.
O principal interessado, segundo a Folha apurou, é o grupo proprietário do hotel Le Royal Monceau, em Paris, recentemente reformado.
A ideia do grupo Allard é restaurar o antigo hospital para fazer ali o hotel mais luxuoso do Brasil, classificado internacionalmente como "seis estrelas", e outro padrão cinco estrelas.
A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil dono do prédio, confirma que está "em estágio avançado de negociação com grupos de investidores interessados no imóvel".
O órgão, no entanto, não informa quem seriam os investidores interessados nem qual é o destino que deve ser dado ao prédio.
O grupo Allard, que mantém um escritório e um diretor-executivo no Brasil desde 2008, não respondeu. Informou apenas que, na próxima semana, deve ter novidades sobre o assunto,
mas não confirmou nem sequer se está relacionado com a negociação com a Previ.
Alexander Allard, presidente do grupo, é conhecido nos Estados Unidos e na Europa por seusinvestimentos no mercado de alto luxo.
O Le Royal Monceau, por exemplo, foi comprado por ele em 2007 e reformado com
projeto do renomado designer Philippe Starck.
O projeto para o hospital Matarazzo, que também deve ser assinado por Starck, inclui ainda uma galeria de arte e uma área para shows. Os dois -Allard e Starck- estiveram em São Paulo no fim do ano passado, mas não revelaram quais negócios pretendiam fazer na cidade.
A Folha apurou que o grupo já está, inclusive, negociando a contratação de uma frota de táxis -seriam 30 carros, dez deles blindados- para atender aos futuros clientes dos hotéis.
O prédio é tombado pelos órgãos do patrimônio histórico estadual e municipal, que
ainda não foram consultados sobre a possível reforma.
No ano passado, a Previ pediu autorização para fazer uma manutenção no prédio -havia telhas quebradas e calhas entupidas. Neste ano, novo pedido, agora para instalar sistema anti-incêndio.
O complexo com dez edifícios foi construído entre 1904, quando a ala administrativa foi inaugurada, e 1974. Endividado, o hospital fechou em 1993, quando o prédio foi vendido à Previ.
No total, são 26,3 mil m2 de área construída em um terreno de 19 mil m2. Corretores que atuam na região da avenida Paulista estimam que o imóvel valha, pelo menos, R$ 160 milhões, podendo chegar a R$ 260 milhões.
Dona do prédio do Umberto Primo, conhecido como hospital Matarazzo, confirma que está prestes a vender o imóvel
Grupo Allard pretende restaurar o complexo para fazer ali o primeiro hotel classificado como "seis estrelas" do Brasil
O antigo hospital Umberto Primo, também conhecido como hospital Matarazzo, na região da avenida Paulista, está próximo de ser vendido.
O principal interessado, segundo a Folha apurou, é o grupo proprietário do hotel Le Royal Monceau, em Paris, recentemente reformado.
A ideia do grupo Allard é restaurar o antigo hospital para fazer ali o hotel mais luxuoso do Brasil, classificado internacionalmente como "seis estrelas", e outro padrão cinco estrelas.
A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil dono do prédio, confirma que está "em estágio avançado de negociação com grupos de investidores interessados no imóvel".
O órgão, no entanto, não informa quem seriam os investidores interessados nem qual é o destino que deve ser dado ao prédio.
O grupo Allard, que mantém um escritório e um diretor-executivo no Brasil desde 2008, não respondeu. Informou apenas que, na próxima semana, deve ter novidades sobre o assunto,
mas não confirmou nem sequer se está relacionado com a negociação com a Previ.
Alexander Allard, presidente do grupo, é conhecido nos Estados Unidos e na Europa por seusinvestimentos no mercado de alto luxo.
O Le Royal Monceau, por exemplo, foi comprado por ele em 2007 e reformado com
projeto do renomado designer Philippe Starck.
O projeto para o hospital Matarazzo, que também deve ser assinado por Starck, inclui ainda uma galeria de arte e uma área para shows. Os dois -Allard e Starck- estiveram em São Paulo no fim do ano passado, mas não revelaram quais negócios pretendiam fazer na cidade.
A Folha apurou que o grupo já está, inclusive, negociando a contratação de uma frota de táxis -seriam 30 carros, dez deles blindados- para atender aos futuros clientes dos hotéis.
O prédio é tombado pelos órgãos do patrimônio histórico estadual e municipal, que
ainda não foram consultados sobre a possível reforma.
No ano passado, a Previ pediu autorização para fazer uma manutenção no prédio -havia telhas quebradas e calhas entupidas. Neste ano, novo pedido, agora para instalar sistema anti-incêndio.
O complexo com dez edifícios foi construído entre 1904, quando a ala administrativa foi inaugurada, e 1974. Endividado, o hospital fechou em 1993, quando o prédio foi vendido à Previ.
No total, são 26,3 mil m2 de área construída em um terreno de 19 mil m2. Corretores que atuam na região da avenida Paulista estimam que o imóvel valha, pelo menos, R$ 160 milhões, podendo chegar a R$ 260 milhões.
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
UM LEMBRETE - SOBRE DOCUMENTAÇÕES

Recebi muitas mensagens de ex-pacientes e também de ex funcionários do Hospital Matarazzo que precisam de documentos, pelos mais variados motivos (principalmente funcionários que trabalharam no Hospital e precisam destes documentos para se aposentar).
Falei com um dos seguranças e ele me reinterou que todas as documentações de ex pacientes e de ex funcionários continuam lá no Hospital Matarazzo.
Quem precisar de documentos, e só aparecer no complexo hospitalar, a partir das 14 horas.
Pergunte pelo Sr Alfredo.
Endereço:
Alameda Rio Claro 190
Bairro: Bela Vista SP/SP
Falei com um dos seguranças e ele me reinterou que todas as documentações de ex pacientes e de ex funcionários continuam lá no Hospital Matarazzo.
Quem precisar de documentos, e só aparecer no complexo hospitalar, a partir das 14 horas.
Pergunte pelo Sr Alfredo.
Endereço:
Alameda Rio Claro 190
Bairro: Bela Vista SP/SP
RERORMA DO HOSPITAL MATARAZZO
Oi pessoal.
Depois de alguns meses trago novidades referentes ao Hospital Matarazzo.
Durante esses meses não se sabia absolutamente nada sobre o Hospital Matarazzo. Depois de toda a especulação referente a compra do complexo hospitalar pela empresa WWI - (e a PUC usando o imóvel por locação), que acabou não se concretizando, tudo continuava na mesma, na mesma de anos atrás. O imóvel abandonado, se degradando mais e mais.
Na semana passada recebi um email de um dos nossos grandes colaboradores Hélio Bertolucci, e ele tinha me dito que tinha passado na Rua Itapeva X com a Alameda Rio Claro e viu uma placa no local - e nela dizia: Refix - conservação e restauro, e que ele tinha visto uns andaimes em frente a uns dos prédios que compõem o complexo hospitalar.
Ele tinha tirado duas fotos.
A noticia de imediato era boa, pois é uma coisa que estávamos querendo a anos, porem estávamos querendo saber se tinha alguma empresa interessada no imóvel, se a Previ estava querendo vender para alguém? se a Previ queria apenas fazer uma reforma para conter a degradação? e se com essa possível reforma, eles teriam algum tipo de benefício? (referente ao IPTU do local) e tantas outras dúvidas ...
Eu decidi então investigar. Passei em frente ao Hospital (o que não fazia a algum tempo, devido a falta de tempo) e conversei com os seguranças. Eles tinham me dito que o imóvel iria sim passar por uma reforma, e que a Previ continua sendo dona do imóvel, mas não souberão informar mais nada.
Então decidimos procurar o Senhor Alfredo, lembram dele? O administrador do complexo hospitalar. Ele que tinha nos recebido, quando visitamos o complexo hospitalar.
O Sr Alfredo disse que a Previ está fazendo uma REFORMA EMERGENCIAL, ou seja essa reforma será para CONTER A DEGRADAÇÃO DO COMPLEXO HOSPITALAR. Ele nos disse que as coisas por lá não mudaram tanto, comparado a época que estivemos lá em 2008 e 2009.
A reforma já começou, mas vai se intensificar em Janeiro. Eles já estão trocando as fiações, os encanamentos. Essa reforma vai ser apenas na parte interna ou seja no estrutural.
Ele nos disse que a reforma foi aprovada pelo Condephaat e está sendo supervisionada pela Prefeitura de SP.
Ele disse que não tem nenhuma empresa que está querendo comprar o complexo hospitalar no momento e que o imóvel continua sendo propriedade da Previ.
Perguntamos se podíamos visitar o local e ele disse que no momento não, pois ali está sob risco estrutural. Só mesmo a sede da Previ no Rio de Janeiro pode dar esse tipo de permissão.
Foi isso, se for como ele disse, isso é muito bom, pois o imóvel será reformado, mesmo internamente e assim ele pode ir recebendo a manutenção necessária até poder lhe dar um uso em definitivo ( espero e vamos lutar para que ele volte a ser um Hospital).
É claro vamos continuar de olho neles, na reforma, e em tudo.
Não sei se o momento foi o certo (pois está chovendo muito) mais espero que dê tudo certo e que em breve possamos entrar lá, como em 2008, e ver tudo reformado.
Se for isso mesmo nosso primeiro objetivo vai ser concretizado ...
Vamos esperar para ver ...
Mais news eu volto.
UP
domingo, 22 de agosto de 2010
POLITICA ...QUEM LEMBRARÁ DO HOSPITAL MATARAZZO?

Olá pessoal, fazia um tempinho que não escrevia aqui no blog.
A respeito do Hospital Matarazzo, as coisas continuam iguais. O imóvel é propriedade da Previ ainda, mesmo depois de tantas especulações a respeito.
A Mantenedora da PUC ou seja a fundação São Paulo não tem nenhum interesse no imóvel.
Portanto o imóvel continua na mesma situação dos anos anteriores, continua sendo alvo de muitas especulações, mas, continua abandonado e degradado.
Fiquei sabendo que no interior do imóvel - continua quase igual à época que estivemos lá (em 2008 e 2009), continua quase a mesma coisa, porém um pouco mais deteriorado que anteriormente.
Recentemente na rádio bandeirantes, dois ouvintes que moram na região da Bela Vista forão reclamar, que pela região, inclusive na Alameda Rio Claro, que está tendo muitos mendigos, e durante a noite uns sem terra montam baracas lá em frente. Muitas pessoas estão com medo de passar por ali e serem assaltados.
Dá para perceber que ali, juntamente à um imóvel abandonado, é um lugar ideal para mendigos, e afins se instalarem ali, e o que pode acontecer? O lugar pode ficar ainda mais desvalorizado, e ainda se tornar uma nova Cracolândia e etc.
Mesmo as autoridades os tirando de lá, eles irão voltar, então o que pode ser feito ali, é revitalizar a área, e por quê não reativando o Hospital?
Ficou claro que a Previ pode sim negociar o imóvel, e se alguém, algum governante levantar "essa bandeira", e realmente fazer algo de concreto, podemos ter nosso Matarazzo de volta, e dar uma vida nova ao local.
Tem muita gente por aí, que fala que ali não pode ser um Hospital Público porque iria "atrair muitos pobres para a região", mas que eu saiba isso é preconceito, e a AV Paulista para os desavisados, é frequentada por gente de todo tipo, pobres e ricos, gente de todas as partes.
O Hospital voltando a funcionar, irá ajudar muitas pessoas, poderá revitalizar a área, e é claro, o Hospital pode se tornar um ponto de referência a saúde. O Hospital das Clínicas e a Santa Casa que são os dois maiores Hospitais de São Paulo, são considerados também os melhores.
Se o Matarazzo ou Umberto I for reativado, poderá ser um dos melhores, como outrora já foi!
Estamos em época eleitoral e o que dá para perceber é que os políticos ao invés de apresentarem "boas propostas", fazem baixarias só para ganharem a eleição. Por quê não apresentam propostas realmente boas? Principalmente na questão da saúde pública? Governantes de São Paulo!? Ninguém vai dar uma solução definitiva para o caso do Hospital Matarazzo?
Tanta mentira, dizem tanto um partido quanto o outro dizem que a saúde está uma MARAVILHA! Que as ubs e as amas estão dando conta do recado. E as filas? Demoras no atendimento? Falta de respeito com os pacientes? Cirurgias demorando para serem agendadas?
Não estamos nessa "maravilha" que eles dizem, ao contrário está uma tragédia, e algo tem que ser feito, para começar por quê não reativar um complexo hospitalar que era de renome?
Vamos ver se alguém se lembra dos pobres e de um Hospital que já foi um dos melhores do país!
Fica aqui meu protesto!!!!!
terça-feira, 15 de junho de 2010
HOSPITAL MATARAZZO. VENDIDO OU NÃO, PARA GRUPO DE INVESTIDORES WWI?



Olá pessoal, acho que todos vocês estão sabendo da bomba que foi divulgada há duas semanas atrás nos principais jornais de São Paulo.
Vejam os links com as matérias:
Gente, essas são algumas das matérias publicadas sobre a venda do Hospital Matarazzo para a WWI.
Na verdade eu descobri sobre isso há quase um mês, mas só foi me dito que a PUC tinha comprado o Hospital e nada mais e nos convidaram para essa reunião.
Depois fiquei surpresa com a divulgação da noticia para a imprensa, e mais ainda com os fatos que forão surgindo.
Descobrimos que na verdade quem estava negociando com a Previ era o tal grupo de investidores da WWI, e que a PUC no caso só seria a inquilina, pois eles não tem capital para comprar o complexo Hospitalar.
Segundo a imprensa, a Previ queria vender o imóvel e este grupo ( a WWI) e o grupo hoteleiro francês estavam disputando o imóvel, e o grupo WWI saiu vitorioso.
Fomos na reunião com o pessoal das ongs, e nada foi dito sobre esse tal grupo. Só foi dito que a PUC tinha interesse a muitos anos no imóvel e que queria transformar uma parte do complexo (pequena parte) em Campus da PUC e o restante seria destinado a esse grupo, que irá implantar algo a ver com comércio!
Muita especulação, e ninguém sabe ao certo o que o grupo pretende fazer em relação ao Hospital, se querem fazer lojas, ou hotel, ou seja o que for.
Durante esses dias, a WWI não tinha se pronunciado sobre a venda, e menos ainda a Previ que negava que o complexo tinha um novo dono.
Até que na semana passada eles se manifestaram, e falaram que a Previ vendeu o complexo para eles, e que eles iriam enviar o projeto para o Condephaat para ver se este será aprovado!
Eles dizem que vão preservar? Será? Tudo bem que ali seria bom se transformasse em instituição educacional, mas ser um conjunto de lojas? Não seria melhor ser um centro de saúde?
Ficamos apreensivas, pois não sabemos se vão preservar tudo mesmo, como dizem, pois as palavras somem ao vento e temos que lembrar de 1996. A Previ falava que ia preservar, e no fim, foi descoberto que queriam implantar um shopping ... e que iria demolir quase tudo e o Condephaat sendo conivente ...
E como confiar em uma empresa que foi formada no ano passado, unicamente com o objetivo de comprar o antigo Hospital. Para quê? Por que dizem que são donos do imóvel?
Na semana passada conversei com algumas pessoas, e eles me disseram que o Hospital continua sendo propriedade da Previ. Que a Previ parou com todas as negociações devido a mudança de toda sua diretoria. Até o momento nenhum projeto foi enviado ao Condephaat.
Para confirmar a noticia, passei de frente ao Hospital e me disseram que o Hospital continua sendo imóvel da Previ, tanto que as visitas continuam proibidas e mais. Parece que no ano passado fisseram um pedido à Previ para que fosse realizado missas na Capela (que está em boas condições) mas o pedido foi negado.
Pessoal vamos esperar para ver em que vai dar tudo isso, mas para mim, parece que nada mudou. Hospital Matarazzo é propriedade da "Caixa de Previdência dos funcionários do Banco do Brasil, ou seja a PREVI.
Mas noticias eu volto,
UP !!!!!!
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